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Guerra entre Israel e Hamas já matou 68 jornalistas

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Inquérito indica que o conflito militar travado entre o Estado hebreu e o grupo palestiniano tido como terrorista pelo Ocidente, já matou mais jornalistas do que qualquer outra guerra dos últimos 30 anos.

68 profissionais de comunicação social já morreram na guerra entre o Israel e o grupo palestiniano Hamas.

Os dados assustadores, que põem em risco o direito de todo mundo de se informar especificamente sobre o desenrolar da situação de Israel e palestina, dado que alguns jornalistas sentem-se forçados a abandonar a zona, foram tornados públicos pela Federação Internacional dos Jornalistas, que considera ser este o conflito militar mais mortífero para os profissionais de comunicação social nos últimos 30 ano.

Ainda segundo a Federação Internacional dos Jornalistas, a boa parte dos jornalistas mortos em bombardeamentos israelenses foram de nacionalidade palestiniana, além do facto de alegadamente alguns terem morrido no interior de suas casas, na sequência dos ataques aéreos.

Apesar dessas mortes, há ainda jornalistas estrangeiros nas fronteiras israelitas que procuram entrar para na zona para realização de uma cobertura jornalística em ‘tempo real’, uma solicitação que vem sendo negada pelas autoridades de Israel.

Hassan Farajallah, Shaima El-Gazzar, Mostafa Bakeer, Mohamed Mouin Ayyash, Farah Omar, Hassouneh Salim, Mohamed Abu Hassira, Assaad Shamlakh, Mohammad Jarghoun, são entre muitos os profissionais de comunicação mortos como consequências das investidas de Israel.

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