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Uganda: Oposição acusa governo de boicotar eleições “deliberadamente”

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O governo ugandês foi hoje, 15, acusado pelo partido líder da oposição, a Plataforma de Unidade Nacional (NUP), de boicotar “deliberadamente” as eleições gerais. A acusação ao governo do presidente Yoweri Museveni, surge por conta de informações que dão conta, que a maioria das mesas de votos continua sem funcionar até ao período matinal.

Na capital do país, Kampala, “o único lugar onde a votação começou por volta das madrugadas, para Luanda, e pelo menos 7 horas da manhã no Uganda, é onde os militares estão a votar”.

Nos bairros suburbanos da capital, cuja população é apontada com “simpatia ao candidato forte da oposição de Bobi Wine”, as votações também ainda não tinham começado até ao período matinal desta quinta-feira, 15.

Ao passo que numa zona nobre de Kampala, tida como “bastião” do partido do presidente, pelo menos uma secção de voto abriu de manhã desde às primeiras horas conforme previsto.

A informação foi avançada pelo secretário-geral da NUP, David Lewis Rubongoya. O político afirmou que “o material para as votações não chegou a 99% das secções eleitorais”, e assegurou que a falta de boletins de voto e anomalias nas máquinas biométricas para identificar eleitores têm sido as queixas mais comuns.

Referir que Yoweri Museveni, no poder desde 1986, concorre a um sétimo mandato e o seu maior adversário é o líder da NUP, o ex-músico Bobi Wine, cujo nome verdadeiro é Robert Kyagulanyi. Disputam ainda às presidenciais, um total de oito candidatos para um sufrágio que também elege os deputados do parlamento ugandês.

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