Politica
PRS garante concorrer ao pé de igualdade com outras forças políticas em 2027
O porta-voz do PRS disse nesta quarta-feira, 08, à Rádio Correio da Kianda, que os renovadores sociais estão em condições de concorrer em pé de igualdade com tradicionais e novas formações políticas, tendo em conta a sua trajectória em processos eleitorais de 1992.
Gonçalo Bula disse que até no último pleito de 2022, evidenciou a capacidade do partido liderado por Benedito Daniel.
O político assegura que o surgimento de novos actores políticos vem fortalecer a democracia e quebrar a polarização da praça política angolana, dando maior abertura à novas ideias.
Entretanto, o Partido Liberal, liderado pelo jovem Luís de Castro, agendou a sua 2ª Reunião Ordinária da Comissão Política, para o próximo dia 31 deste mês, na cidade de Moçâmedes, na província do Namibe.
De acordo com informações apuradas pela Rádio Correio da Kianda, o encontro convocado à luz dos estatutos do partido, terá como ponto mais alto, a criação da estrutura de campanha, bem como a apresentação e aprovação da agenda política do ano de 2026, que vai culminar com a abertura do período de pré-campanha eleitoral, rumo às eleições gerais de 2027.
Este encontro servirá ainda para a apresentação do relatório de balanço do secretariado-geral do ano político de 2025, bem como a movimentação de quadros, tendo em conta os desafios eleitorais.
E, o vice-presidente daquele partido, Daniel Pereira, afirmou recentemente à Rádio Correio da Kianda que, o ano 2026, servirá para apresentar o líder do Partido Liberal, Luís de Castro ao nível das 21 províncias e em todas sedes municipais do país, como futuro cabeça de lista nas eleições de 2027.
Daniel Pereira, garante que o Partido Liberal e o seu candidato prometem surpreender nos resultados eleitorais de 2027.
Sobre a dinámica política que o país vai registar em 2026 tendo em vista as eleições do próximo ano, o académico Adálio Francisco diz não ter dúvidas que a luta pela conquista do poder vai restringir-se entre o MPLA e a UNITA, e afirma que o líder do PRA JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, esteja em menos condições para conquistar o poder.
Adálio, assegura que não é expectável que o PRA JA Servir Angola, veja alterar a polarização político partidário dominado pelo MPLA e a UNITA, mas reconhece o papel dos partidos emergentes como o Partido Liberal que podem eleger deputados na Assembleia Nacional.
