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UNITA defende observação eleitoral da União Europeia como sinal de transparência em 2027

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O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu que as eleições de 2027, devem decorrer num ambiente de pluralidade, transparência e respeito pelas regras democráticas, com a presença de observadores internacionais, em particular da União Europeia.

Adalberto Costa Júnior disse que a observação eleitoral não é um favor, mas sim uma garantia de credibilidade do processo. Caso seja negada, é legítimo que haja consequências políticas e diplomáticas.

A entrevista à DW ocorreu à margem do lançamento, em Lisboa, do seu livro “Juntos Por Angola – Outro Passo para a Liberdade”, uma obra onde o político revisita as eleições gerais de 2022 e partilha a sua visão sobre os desafios, riscos e cenários do próximo ciclo eleitoral no país.

“As eleições em Angola têm sido caracterizadas pela exclusão permanente de observadores do mundo democrático. Nas últimas eleições o Parlamento Europeu enviou uma declaração de peritos a propor a presença de uma observação múltipla, com uma chegada atempada, e o governo angolano recusou, e aliás nós temos uma lei que diz que só participa em observação quem for convidado pelo governo”, sublinhou, revelando que entregou aquando da sua jornada em Bruxelas, capital da Bélgica, um convite ao Parlamento Europeu e a União Europeia para ser observador em 2027.

Com estas declarações, o presidente do Galo Negro disse que manifesta o reafirmar de posições claras e institucionais sobre o futuro democrático de Angola.

Adalberto Costa Júnior reiterou que será candidato às eleições presidenciais de 2027, em conformidade com os estatutos da UNITA, que estabelecem que o presidente do partido é o seu candidato natural.

Para o líder da oposição, a UNITA está preparada, política e programaticamente, para ser a alternativa responsável ao MPLA, no poder há mais de 50 anos.

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