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MPLA vê na China exemplos para transformar pontes angolanas em activos turísticos

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Uma delegação do MPLA manifestou admiração pela rápida transformação de uma província chinesa que, até há poucos anos, figurava entre as regiões mais vulneráveis do país, e defendeu a necessidade de Angola aproveitar experiências semelhantes, sobretudo na valorização de infra-estruturas rodoviárias como activos turísticos.

A posição foi expressa durante uma visita a infra-estruturas rodoviárias de grande impacto económico e social, realizada no âmbito de uma acção formativa e de intercâmbio político-partidário e de governação entre o MPLA e o Partido Comunista Chinês.

Os quadros e dirigentes do partido no poder em Angola constataram no terreno como pontes e outras obras de engenharia, inicialmente concebidas para responder a problemas de mobilidade, foram integradas em estratégias de desenvolvimento local, passando a funcionar também como pólos de atracção turística, com reflexos na economia regional.

Falando à RNA  à margem da visita, o chefe da delegação, Aleixo Nhanga, sublinhou que a experiência chinesa demonstra que a aposta em infra-estruturas pode ir além da sua função utilitária, contribuindo para a dinamização do turismo e para a geração de rendimento nas comunidades.

Segundo o dirigente, Angola dispõe igualmente de verdadeiras obras de arte no domínio das pontes rodoviárias, com potencial para se afirmarem como símbolos turísticos nacionais, caso sejam enquadradas em políticas adequadas de valorização e promoção.

Como exemplo, Aleixo Nhanga destacou a ponte sobre o rio Kwanza, na Cabala, que, na sua óptica, reúne condições para se transformar num ícone turístico, à semelhança do que acontece em várias regiões da China, onde infra-estruturas de engenharia foram integradas com sucesso em roteiros turísticos e estratégias de desenvolvimento sustentável.

A delegação considera que a experiência observada pode servir de referência para Angola, não apenas no domínio das infra-estruturas, mas também na planificação territorial e na redução de vulnerabilidades sociais, através de modelos de desenvolvimento que conciliem mobilidade, turismo e crescimento económico.

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