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Politica

Victor Fernandes quer curso de logística para capacitar operadores do sector

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O ministro da Indústria e Comércio, Víctor Fernandes, pediu, nesta sexta-feira, 11, a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (CNUCED), apoio para a administração de um curso sobre logística do comércio externo na escola nacional do comércio, para melhor capacitar os operadores da cadeia do Comércio Externo.

O pedido enquadra-se no programa que a União Europeia e a Conferência das Nações Unidas para o comércio e desenvolvimento apoiam, pois “as novas acções de formações revestem-se de grande importância para os desafios que se afiguram a nível internacional, nomeadamente, a inserção de Angola na economia digital, as negociações do Acordo de Parceria Económica com a União Europeia, a prossecução e aplicação de medidas correctivas e procedimentos de Regras de salvaguardas e dumping”.

Victor Fernandes disse que essas acções enquadram-se num “vasto programa de reformas políticas, económicas e sociais para melhorar o ambiente de negócios, simplificar e desburocratizar os procedimentos relacionados com as importações e exportações, assim como atrair investimentos privados”.

A criação de leis que incidem sobre a componente do investimento, concorrência e Contratação Pública, assim como o processo de transferência de competências e atribuições para a governação local, por parte do governo angolano, traduzem, segundo referiu, de forma prática e célere, a resposta do Executivo, para impulsionar o Comércio, no sentido lato do termo, e o Desenvolvimento do nosso país.

O governante garantiu ainda que a actual Lei de Investimento Privado é favorável ao investimento privado, por conceder protecção e garantias do Estado ao investidor privado, além de liberalizar o investimento sem exigência de montantes mínimos ou a obrigatoriedade de condicionar o investimento estrangeiro à entrada de um parceiro nacional.

“Adoptamos uma nova política de concessão de vistos e estamos a estudar a melhor forma de redução de custos para facilitar o comércio sem pôr em desequilíbrio as receitas públicas, com a entrada em funcionamento do Comité Nacional para a Facilitação do Comércio”, acrescentou Víctor Fernandes.

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