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Politica

Verbas retiradas à Sonangol vai para Educação e Saúde

O grupo parlamentar do MPLA propôs ao Executivo a redução de verbas destinadas à Sonangol no Orçamento Geral do Estado para este ano, anunciou o líder da bancada, Salomão Xirimbimbi.

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Salomão Xirimbimbi adiantou que na afectação de receitas fiscais referentes à exploração petrolífera, o MPLA propõe que a Sonangol receba este ano 5 por cento do Orçamento, ao contrário dos 7 por cento que recebeu no Orçamento Geral do Estado do ano passado. 

Salomão Xirimbimbi garantiu que o diferencial vai ser utilizado para a melhoria do Orçamento Geral do Estado destinado ao sector social, com destaque para a Educação e para a Saúde.

 No domínio da saúde, o MPLA solicitou a construção de hospitais sanatórios e de queimados, em Luanda, assim como a  construção de um Centro de Hemodiálise e uma Morgue na província de Cabinda.

Salomão Xirimbimbi ga-rantiu propostas orçamentais para a reabilitação dos hospitais do Huambo e do Dundo, do banco de urgência do hospital pediátrico David Bernardino, em Luanda, do bloco operatório do hospital do Prenda, em Luanda, do Neves Bendinha, também em Luanda, do Ngola Kimbanda, no Namibe,  e para o apetrechamento do hospital da Catumbela e da Baía Farta, em Benguela.

O presidente do grupo parlamentar do MPLA disse que a sua bancada propôs ainda um aumento entre 10 e 15 por cento das verbas  destinadas às despesas de funcionamento da saúde, para a compra de medicamentos e material gastável.

No tocante ao sector da Educação, Xirimbimbi adiantou que foi solicitado um au-mento na mesma proporção para despesas de funcionamento e manutenção de infra-estruturas.

O deputado do MPLA reconheceu que existem no país crianças fora do sistema de ensino, por isso, foi solicitada a inclusão de verbas no Orçamento para a conclusão das obras ligadas à educação, para aumentar  a capacidade de salas de aula. Para tal, o MPLA propôs um incremento no valor orçamental de oito mil milhões de kwanzas.

A nível do ensino superior, o deputado disse que o MPLA propôs a admissão de investigadores científicos, por considerar que esta área está muito fraca no país.