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Venda da mandeira apreendida no Moxico rende AKZ 150 milhões

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Cento e cinquenta milhões de kwanzas é o valor que poderá ser arrecadado com a venda de 1.256 metros cúbicos de madeira apreendida na província do Moxico, por exploração ilegal, no último ano florestal, de acordo com uma nota do Instituto de Desenvolvimento Florestal naquela província.

O processo de venda da referida mandeira está a ser coordenada pela Empresa Pública Florestal de Madeira, constituída fiel depositária pelo Ministério da Agricultura e Pescas, indica o documento citado pela Agência Angola Press.

O preço para a venda está fixado em 135 mil Kwanzas por metros cúbicos para a espécie Mussive e 110 mil Kwanzas para o Girassonde, na modalidade de leilão, pelo que as empresas que oferecerem a melhor proposta e preencher os requisitos exigidos, serão consideradas vencedoras, refere a instituição no documento que temos vindo a citar.

O chefe do Instituto de Desenvolvimento Florestal no Moxico, Paulo Muacazanga, disse que sete empresas candidataram-se ao processo, notando-se a ausência, entre estas, de empresas responsáveis pela madeira apreendida, apesar de poderem concorrer à arrematação. A prioridade da venda vai recair para as organizações nacionais que operam nessa cadeia produtiva.
O presidente da Associação dos Madeireiros do Moxico, Frederico Salvador, considera “elevadíssimo” o preço que está a ser aplicado na venda da madeira apreendida.

Aquele líder associativo disse que o preço devia variar entre os 80 mil e os 85 mil kwanzas por metro cúbico, em função do tempo que separa entre o processo de exploração, da apreensão e da  venda.

Quanto à ausência das empresas às quais a madeira foi apreendida, o responsável denuncia a existência de um “boicote” por parte destes empresários, maioritariamente de nacionalidade chinesa.

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