Connect with us

Politica

“Vamos resgatar a mística da CASA-CE”

Published

on

O novo presidente da Convergência Ampla para Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Manuel Fernandes, garantiu neste fim-de-semana, no Huambo, uma liderança de proximidade às bases e a retomada da dinâmica identitária da única coligação política em Angola.

“Neste novo ciclo que acaba de ser aberto com a liderança que estamos assumir, estaremos muito mais próximos dos cidadãos, vamos retomar a dinâmica identitária da nossa Coligação, através do trabalho de proximidade com as bases, como já afirmamos”, garantiu o político.

Manuel Fernandes, que falava neste sábado em alusão ao acto de abertura do ano político 2021, afirmou que pretende resgatar a mística da CASA-CE, “perdida ha quase três anos”.

“Vamos resgatar a mística da CASA-CE de uma oposição firme, construtiva e participativa para o bem de Angola e dos angolanos”, afirmou.

O então sucessor de André Mendes Gaspar de Carvalho (Miau) e terceiro presidente da coligação fundada por Abel Chivukuvuku, assegurou que a força política que lidera tem uma agenda político-social, de ir ao encontro das populações para se saberem das suas reais preocupações e dificuldades.

“Temos uma agenda político-social bem definida, que facilitará o nosso trabalho e o nosso compromisso de ir ao encontro da população em todos os cantos do país, no sentido de estarmos cada vez mais próximos das suas reais preocupações e dificuldades”.

O líder da CASA-CE também se mostrou preocupado com cidadãos angolanos no estrangeiro e garantiu ter uma agenda especial para estes.

“Do mesmo modo que temos uma agenda virada para os cidadãos residentes no território nacional, temos igualmente uma agenda virada para os cidadãos residentes no estrangeiro”, avançou.

O presidente da CASA-CE, procedeu a abertura do ano político de 2021, na província do Huambo, realizado no pavilhão multiuso do Petro do Huambo. Antes e depois da abertura, Manuel Fernandes, cumpriu uma agenda de cortesia com as autoridades políticas, governamentais, religiosas, autoridades tradicionais e da sociedade civil do Planalto Central. O político também marchou com os seus militantes em alguma zonas da cidade do Huambo.