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UNITA responsabiliza Governo por ataques à esposa de “Cláudio In”

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Num comunicado assinado pelo presidente do Grupo Parlamentar da UNITA, Liberty Chiyaka, o maior partido na oposição questiona os interesses por trás dos repetidos ataques que a cidadã Ludmila Pinto, esposa do jornalista e activista Cláudio Emanuel Pinto tem sofrido, sendo vítima, pela terceira vez, de um esfaqueamento no último dia 21 de Novembro.

No comunicado a qual o Correio da Kianda teve acesso, a UNITA responsabiliza o Governo e diz que  “o regime volta a reeditar o clima de terror e medo, perseguições políticas, graves violações dos direitos humanos com tentativas de assassinatos e despedimentos selectivos e, mais recentemente, assaltos e esfaqueamento de familiares de activistas e jornalistas”, e reforça: “tudo sob o olhar conivente e protector dos autores morais e materiais”.

O último ataque à esposa de “Cláudio In” terá ocorrido quando Ludmila Pinto saía do supermercado Kero, no Kilamba, conforme o Correio da Kianda publicou anteriormente. A mesma terá levado 15 pontos. 

O segundo ocorreu no dia 18 de Outubro, quando um homem aproximou-se e fez um corte na perna da esposa com um objecto cortante (bisturi). Segundo a nota, o segurança que a acompanhava também não conseguiu evitar o ataque.

Já o primeiro terá ocorrido na própria residência, no dia 20 de Setembro. De acordo com o comunicado, Ludmila Pinto foi torturada, agredida, teve os braços cortados e ainda ameaçaram matar o filho de apenas 1 ano (23 meses), quando o jornalista não estava em casa. 

Na nota, o Grupo Parlamentar da UNITA questiona “a quem interessa intimidar e condicionar a família de um jornalista e activista cívico? Por que os órgãos competentes do Estado não agem? Por que o SIC, a PGR e os Serviços de Informação do Estado não agem?”

E apela: “É preciso responsabilizar o Estado e os agentes responsáveis pela segurança das pessoas”, finaliza o comunicado.

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