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UNITA em Benguela denuncia Perseguições e espancamento de seu militante

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O partido UNITA na província de Benguela denunciou recentemente o espancamento do seu membro por supostos militantes do MPLA, após dois dias de perseguição por hastear de bandeiras do maior partido na oposição, no município do Chongoroi.

O Secretário da UNITA no Município do Chongoroi, Lucas Kapepepula disse à voz da América, que foram 3 dias de agitação.

“Os nossos dirigentes, no dia 30 tiveram que passar a noite no Comando da Polícia, por razões de insegurança; recebeu apenas chapada não foi ferido. Nós já estamos habituados, não temos nenhuma área onde implantamos o partido e não aconteceu um acto de género, se houvesse uma implantação a resposta era sempre de retirar a bandeira”, disse Lucas Kapepepula.

Reagindo às acusações à Rádio Eclésia de Benguela, o administrador e Primeiro Secretário do MPLA no Chongoroi, Ernesto Pinto, nega os actos de intolerância, referindo que a UNITA é que violou os limites estabelecidos.

“Não houve intolerância política nenhuma. Há incompreensão por parte de alguns partidos políticos, entre eles a UNITA mesmo”.

“Não! Não! Não. O Partido MPLA foi encontrado. O Partido MPLA foi encontrado ali, então tem que ser a UNITA a saber cumprir com a lei”.

“Uma coisa é ser a residência do militante da UNITA, outra coisa é ser o Comité da UNITA. São coisas diferentes. Apelo compreensão por parte desses partidos políticos, que cumpram com a Lei. Realmente ninguém quer impedir nada, nada. A comuna do Camuina é grande, podem colocar a bandeira onde que quiserem colocar, mas desde que cumpram com as regras”, considerou o político do MPLA.

C/ KUP

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