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UNITA e PDP-ANA criticam actual estado social do país em 23 anos de paz efectiva

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O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, em declaração alusivas ao Dia da Paz e Reconciliação Nacional, saudou a data e encorajou o povo angolano a continuar a luta pelos seus direitos civis, políticos, sociais, económicos e culturais que passam pelo reconhecimento dos signatários do Acordo de Alvor com o Governo colonial português, em 15 de Janeiro de 1975, que concorreu para a independência de Angola, a citar António Agostinho Neto, Jonas Malheiro Savimbi e Holden Roberto.

O maior partido na oposição disse ainda que volvidos 23 anos de paz efectiva, a UNITA constata que os angolanos continuam a viver uma grave crise política, económica, social, do direito e da justiça, caracterizada pelo retrocesso aos indicadores de estado democrático e de direito.

A UNITA considera o contínuo não reconhecimento da contribuição patriótica de Jonas Savimbi e Holden Roberto, como injustiça e vilipendio.

Já o Secretário do Comité Permanente do Bureau Político Partido Democrático para o Progresso da Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA), disse à Rádio Correio da Kianda que considera que a paz em Angola é constantemente testada por questões políticas internas, como as disputas entre o governo e a oposição.

João Pires Sumbo aponta ainda os desafios sociais e económicos que afectam a população, bem como a busca por uma “paz duradoura” continua sendo um objectivo central para o futuro do país.

O político afirmou ainda que para os angolanos, alcançar a paz de espírito não é apenas um desejo individual, mas uma necessidade colectiva que reflecte o desejo de um país mais justo, equilibrado e pacífico.

João Pires Sumbo acrescentou ainda que, a cura de feridas históricas, a promoção da justiça social e o cuidado com a saúde mental são fundamentais para permitir que os angolanos vivam em paz consigo mesmos e com a sociedade.

O país assinala hoje 23 anos de paz desde o calar das armas.

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