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UNITA diz que recorre aos bolsos dos cidadãos por entender que valor disponibilizado estar aquém dos desafios que a campanha de 2022 impõe

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Em uma nota a que o Correio da Kianda teve acesso, o partido UNITA esclarece que está a recorrer à contribuição dos cidadãos por entender que os mais de mil milhões de kwanzas, disponibilizados pelo Estado angolano, ser pouco e que não irá suportar os gastos da campanha eleitoral.

No documento o maior partido na oposição evoca inúmeras razões que levou a formação política liderado por Adalberto Costa Júnior a estender a mão ao povo. Cita a desigualdade e desproporção do uso dos meios públicos pelo Partido que Governa em relação aos outros Partidos, comparativamente ao MPLA, no poder, a desvalorização do Kwanza e os “níveis de inflação galopante” dos últimos 4 anos.

Os maninhos recuam no tempo para lembrar que ns eleições gerais de 2017 os partidos políticos que concorreram naquela ano, receberam um valor de 1. 4 mil milhões de kwanzas para cobrir todos os custos da campanha.

Por esta razão entende que não se justifica, hoje, o preço do barril de petróleo ronda dos valores acima dos 100 dólares, e que “era suposto existir uma margem considerável para cobrir o diferencial da inflação que impacta sobremaneira os custos desta campanha, que consideramos crucial para o país”.

Lê-se ainda que “para estas quintas eleições foram disponibilizados numa primeira fase, pouco mais de 40% (444milhõesdeKzs), comparando com o valor disponibilizado nas eleições de 2017. Após várias reclamações dos Partidos Políticos, fez-se um reajustamento súbito para 1.2 mil milhões de Kzs, que em nossa opinião e tendo em conta os argumentos acima apresentados, ainda assim, está aquém dos desafios que acampanha de 2022 impõe”.

Por fim, a UNITA promete prestar contas no final das eleições, sobre o uso do valor disponibilizado pelo governo. “Afirmamos aqui o nosso compromisso, como no passado, prestarmos contas, pois, o vosso dinheiro será estritamente usado para a vitória da histórica Alternância do Poder Político em Angola”.