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Politica

UNITA desmente existência de bolseiros a serem expulsos das universidades

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O Secretário Geral da UNITA, Álvaro Daniel Tchikwamango, desmente a existência de estudantes bolseiros a serem expulsos e outros a correrem riscos de trancarem o ano lectivo por falta de pagamento de propinas, distribuídos em várias universidades e institutos superiores do pais.

Informações a que o Correio da Kianda teve acesso, dão conta que são mais de 90 estudantes aprovados no concurso à bolsa de estudos realizado pelo partido UNITA, no ano passado, correm riscos de serem expulsos ou mesmo verem o seu ano lectivo trancado por incumprimento de pagamento de propinas nas universidade e institutos superiores em que se encontram a estudar. Informações esta que foi desmentida na noite desta quinta-feira, ao nosso jornal, pelo secretário geral da “Galo Negro”, Álvaro Daniel Tchikwamango.

De acordo com o dirigente partidário, tais informações não passam de tentativas ou aproveitamento de pessoas que nesta altura querem manchar a UNITA.

Álvaro Tchikwamango explicou que não há razão plausível de trancar o ano lectivo, disse e acrescenta que “pode até haver um ou outro caso localizado, mas estamos a fazer agora a checagem dos mesmos”.

O responsável fez saber que também houve estudantes que não foram honestos, uns receberam a bolsa e não souberam aplicá-las e, segundo Álvaro Daniel, o seu partido está a avaliar cada um dos casos para verificar todo processo para identificar onde houve desvios.

O secretário geral da UNITA admitiu existir alguns casos de estudantes nestas condições, desdramatiza a notícia, mas também acredita haver desvio dos cheques nos secretariados provinciais ou local onde os bolseiros estão.

“Estamos a fazer um trabalho para ver onde é que houve erro, se o erro foi no encaminhamento das verbas ou por acaso se o erro foi na administração das verbas nas estruturas locais”, disse e revela que dentro de três dias poderão identificar e resolver tais incidentes.

O político assegurou que a maioria dos estudantes bolseiros continuam as suas actividades lectivas normalmente.