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UNITA define prioridades para 2019

A fiscalização da actividade do Executivo, consciencialização dos cidadãos para o exercício do poder autárquico, a realização do XIII Congresso e a consagração da memória de Jonas Savimbi, constituem as prioridades da UNITA para o presente ano.

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Os quatro eixos de actuação do maior partido político da oposição em Angola foram apresentados esta quinta-feira, pelo seu presidente, Isaías Samakuva, durante uma conferência de imprensa.

De acordo com o político, a Unita vai procurar desfazer as barreiras impostas para o controlo e fiscalização dos actos do Executivo, respondendo positivamente ao desejo manifestado pelo Presidente da República, João Lourenço, de ver os actos de governação fiscalizados por um Parlamemto mais actuante, que exprima de facto a vontade soberana do povo angolano.

Para tal, irá criar novos espaços de diálogo e de intervenção no sentido de tornar mais eficaz o controlo e fiscalização da execução do Orçamento Geral do Estado (OGE), do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) e do Programa de Assistência do Fundo Monetário Internacional.

Isaías Samakuva é de opinião que a associação criminosa não se limita a fraude financeira, advogando a necessidade de mudança do ambiente político e económico, dai exigir que sejam investigados muitos crimes, incluindo os actos de quadrilha, traição, entre outros.

Na ocasião, reafirmou que, para cumprir com este desiderato, a Unita vai pedir a reactivação das Comissões Parlamentares de Inquérito, assim como  controlar a eficácia das medidas  preconizadas para o aumento da produção interna.

Quanto à criminalidade de colarinho branco, referiu que a UNITA continuará a apoiar todas as medidas eficazes de combate à corrupção estrutural, em todas as suas dimensões, exigindo que o Execuivo informe regularmente os angolanos sobre os progressos obtidos, quer no combate à corrupção financeira como corrupção institucional.

Salientou que o objectivo do incremento qualitativo das medidas de controlo e fiscalização é contribuir, através  da crítica, da denúncia e de propostas de medidas de política, para que  o optimismo inicial dos angolanos se traduza de facto na melhoria das suas condições de vida.

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