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UNITA classifica incidente no aeroporto como sinal de falta de democracia em Angola

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O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, disse esta sexta-feira, 14, em Benguela, em declarações à imprensa, que a retenção de várias individualidades no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, “são sinais mais do que claro que o país não é uma democracia”.

Para o líder do maior partido na oposição de Angola, o que se viu esta quinta-feira, foi uma “acção vergonhosa” para o país.

Segundo denúncias nas redes sociais, algumas individualidades políticas de África e do mundo ficaram retidas por mais de 8 horas no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, a propósito da conferência sobre o desenvolvimento da democracia em África, promovida pela UNITA, por ocasião dos 59 anos de aniversário da fundação partido, a ser realizada esta sexta-feira, 14, na cidade de Benguela.

Tratam-se do ex-candidato presidencial em Moçambique Venâncio Mondlane, o ex-Presidente da Colômbia, André Pastrana Arangos, do Botsuana, Iam Kama, e um antigo Vice-Presidente do Quénia.

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