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Um milhão de crianças luandenses beneficiam do programa de nutrição apoiado pelo PAM

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Mais de um milhão de crianças da província de Luanda vão beneficiar-se do programa de nutrição, que está a ser levado a cabo pelo governo angolano, em parceria com o Programa Alimentar Mundial (PAM).

O PAM e o Governo de Angola apoiam a nutrição para mais de um milhão de crianças na província de Luanda.

O referido projecto foi lançado na semana pelo Governo Provincial de Luanda e pelo Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas para reforçar o tratamento e prevenção da desnutrição aguda na comunidade, com a previsão de atingir mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos pelo rastreio nutricional.

O projecto prevê ainda “o tratamento de 29.000 crianças com desnutrição aguda moderada e a referência para tratamento nas unidades de saúde, de cerca de 8.000 crianças com desnutrição aguda severa”, lê-se na nota de imprensa enviada ao Correio da Kianda.

Para a sua implementação, adianta o documento, o projecto contará com a ajuda de 500 agentes comunitários de saúde, que para além do rastreio e tratamento, realizarão actividades de comunicação para a mudança social e de comportamento nas áreas de alimentação infantil, saúde, boas práticas de higiene e medidas de prevenção para a covid-19.

No acto de lançamento, garante o comunicado do PAM, aquele organismo das Nações Unidas entregou ao Gabinete Provincial da Saúde os suplementos altamente nutritivos que vão ser usados pelos agentes comunitários e pelas unidades de saúde a nível municipal para o tratamento da desnutrição.

O projecto faz parte da resposta nacional à covid-19 e é financiado através do Acordo de Prestação de Assistência Técnica assinado entre o PAM e o Governo de Angola e apoiado pelo Banco Mundial.

O Acordo também cobre as áreas de alimentação escolar e avaliação e mapeamento de vulnerabilidade para apoiar avaliações abrangentes e confiáveis ​​de segurança alimentar e nutrição no país. Em Angola, o PAM trabalha com o Governo e parceiros para alcançar o ODS2 (Fome Zero) e o ODS17 (Parcerias para os Objectivos).

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