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Sociedade

UE e FAO reafirmam apoio à programas para reduzir a fome

Redação

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A União Europeia (UE), em parceria com a FAO, mantém a aposta na implementação de programas que visam reduzir os efeitos da fome no país, até o ano de 2030, e alcançar o desenvolvimento sustentável.

A aposta resulta de um acordo rubricado, em Novembro de 2019, pela União Europeia, FAO e o Governo angolano, sendo que o entendimento permitiu a implementação do programa de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional (FRESAN) no sul do país.

Trata-se de um programa estimado em  USD 24 milhões, 675 mil dos quais estão destinados à subvenções de projectos ligados à agricultura e nutrição.

A embaixadora da União Europeia em Angola, Jeannette Seppen, destacou a importância de financiamentos com vários parceiros internacionais, na perspectiva de fortalecer a segurança alimentar e nutricional, bem como potenciar o sector agrícola.

Jeannette Seppen, interveio, por vídeo-conferência, no acto de lançamento de 225 escolas de campo, na FRESAN, pela FAO, para a Huíla, Namibe e Cunene.

A diplomata assegurou que as acções nestes domínios podem, igualmente, desempenhar um papel importante na promoção da igualdade de género e no empoderamento da mulher.

Indicou que o FRESAN, até ao momento, é a maior iniciativa humanitária da União Europeia em Angola, cujo factor assenta-se na redução da fome e da pobreza no seio das famílias em condições de vulnerabilidade.

Aludiu ainda que a União Europeia está também a cooperar com os governos provinciais na luta contra a pandemia do coronários que ameaça a segurança alimentar e nutricional, uma vez que a protecção da saúde humana, torna-se cada vez mais indispensável para a população angolana.

O FRESAN busca reduzir a fome, a pobreza e a vulnerabilidade, assim como a insegurança alimentar e nutricional nas três províncias, com o reforço da resiliência e produção agrícola familiar sustentável, bem como melhorar a situação nutricional das famílias, o apoio ao desenvolvimento de capacidades nas instituições e da investigação e promoção da nutrição.

Estudos do Programa de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola (FRESAN) financiados pela União Europeia e realizados em 2018, indicam que um milhão 139.64 pessoas das províncias da Huíla, Namibe e Cunene estão afectados pela seca, como consequências das alterações climáticas.

Por Angop 

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