Connect with us

Mundo

Ucrânia é atingida por 85 mísseis. Governo ucraniano diz que situação no país é “crítica”

Published

on

A situação na Ucrânia após os ataques de mísseis feitos pela Rússia hoje, 15, é “crítica”, disse o vice-chefe do Gabinete do Presidente da Ucrânia, numa publicação nas redes sociais. Cerca de 100 mísseis foram disparados num ataque a Kiev e a outras cidades ucranianas. De acordo com a Força Aérea daquele país, a Rússia visou, principalmente, a infra-estrutura de energia em toda a Ucrânia, mas edifícios residenciais também foram atingidos. De ressaltar que a temperatura em Kiev, neste momento, é de 4º.

“Cerca de 100 mísseis foram disparados (…) a partir do mar Cáspio, a região [russa] de Rostov”, e também “a partir do mar Negro”, indicou Iuri Ignat, porta-voz da Força Aérea ucraniana, precisando que “até agora, não se registou a utilização de ‘drones’ (aeronaves não-tripuladas) de ataque”.

As cidades de Lviv, no Oeste, e Kharkiv, no Leste, também sofreram ataques. O alerta antiaéreo foi accionado em todo o território ao início da tarde devido a possíveis ataques com mísseis. Os responsáveis das administrações regionais de Kryvyi Rih (Centro), Oleksandr Vilkul, e de Mykolaiv (Sul), Vitaly Kim, alertaram para um lançamento massivo de mísseis a partir de território russo.

Através de um vídeo no Telegram, o presidente Volodymyr Zelensky alertou que podem estar iminentes mais ataques de mísseis russos, mas motivou os cidadãos, afirmando que deixou “a Ucrânia irá sobreviver”. O presidente ucraniano revelou que foram lançados 85 mísseis russos contra a Ucrânia e mais 20 devem ainda atingir o país.

“Eu sei que os ataques desligaram a energia em muitos locais. Estamos a trabalhar, vamos restaurar tudo, vamos sobreviver”, garantiu.

O chefe de gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, disse que o ataque foi uma resposta ao discurso do presidente Volodymyr Zelensky transmitido na reunião do G20, durante o qual o mesmo pediu aos líderes das economias mais poderosas do mundo que pressionem Putin e o Kremlin a pôr fim à invasão.

Sirenes tocam em várias regiões da Ucrânia. Dois edifícios em Kiev foram atingidos

 

Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, a profissional actua no mercado de comunicação há 18 anos. Iniciou a sua carreira em 2004, apresentando um programa de rádio e logo migrou para a comunicação digital, para a impressa e, posteriormente, a institucional. Tem vasta experiência como web journalist, criação e gestão de redes sociais, tendo participado dos projectos de desenvolvimento de diversos sites, blogs e redes sociais governamentais, privados e do terceiro sector. Reside em Luanda desde 2012, tendo trabalhado como jornalista no portal de notícias Rede Angola, como assessora de imprensa e directora de Comunicação e Operações nas Agências NC - Núcleo de Comunicação e F.O.T.Y, atendendo diversos clientes governamentais e privados. Actualmente trabalha como editora do portal Correio da Kianda.