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Economia

Trabalhadores dos armazéns do São Paulo e Hoji-ya-Henda de mãos atadas com encerramento dos estabelecimentos

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Trabalhadores dos armazéns do São Paulo e Hoji-ya-Henda, em Luanda, dizem-se agastados com a morosidade na reabertura dos estabelecimentos encerrados no âmbito do reordenamento do comércio na capital angolana.

Suzana Pondo Nlando é trabalhadora de um dos armazéns do São Paulo, disse esta sexta-feira, 9, à Rádio Correio da Kianda, que desde o encerramento dos estabelecimentos, encontra dificuldades para cobrir as necessidades da sua família.

Augusto Camati Francisco trabalha em um dos armazéns de comercialização de roupa no Hoji-ya-Henda. Para ele, a medida do GPL é louvável, mas lamenta o facto de até ao momento não ter recebido o seu salário referente ao mês de Maio, por conta dessa situação.

São vários os prejuízos causados por essa medida do GPL, segundo afirma o cidadãos Mohamed Hallad, proprietário de um armazém no São Paulo.

Lembrar que o GPL disse, através de um comunicado publicado na passada quarta-feira, 7, na sua conta do Facebook, que os armazéns nesses locais vão continuar encerrados.

Formado em radiojornalismo, com passagem por órgãos de comunicação social públicos e privados. Possui formação internacional em Comunicação e Multimedia. Estudante do curso superior de Gestão/Comunicação e Marketing.

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1 Comment

1 Comment

  1. Geraldo Bartolomeu

    11/06/2023 at 10:55 pm

    É de lamentar as formas actuantes deste governo, estamos a caminhar para o retrocesso. O encerramento destas lojas ou armazéns diminuiu o fluxo do comércio informal, mas muitas famílias ficaram vulneráveis.

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