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Sociedade

Tomás Bica garante que ‘turma do apito’ “será um facto no Cazenga”

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O administrador municipal do Cazenga, Tomás Bica, garantiu nesta sexta-feira, 15 que as brigadas de vigilância comunitária “serão um facto”, mas que antes, será feito um trabalho “profundo” de avaliação para a sua efetivação.

A garantia foi dada na reunião do Conselho municipal de auscultação da comunidade, através da qual a administração do Cazenga pretende encontrar mecanismos para acabar com os níveis de criminalidade naquele que já foi considerado o município mais populoso do País.

Tomás Bica sustentou a sua pretensão, da necessidade da activação das Brigadas de Vigilância Comunitárias no Cazenga, com a experiência aplicada no Sambizanga, onde segundo fez saber, “abriu uma porta de conforto aos membros do conselho da Comunidade local e que a sua aplicação terá obedecido as orientações de estudos com a participação de vários actores sociais, e por isso pretende proceder a activação das Brigadas de Vigilância Comunitárias no Cazenga, para conter os “alarmantes” relatos de criminalidade no município.

Participaram da referida reunião, membros dos partidos políticos com assento no parlamento, autoridades tradicionais, representantes de órgãos de Defesa e Segurança e associações da sociedade cívil que compõem o Conselho da Comunidade. Tomaram contacto com plano estratégico de segurança pública do Município do Cazenga, e recomendaram a realização de estudos adequados a realidade do município, antes da sua aplicabilidade, a julgar à geografia e especificidade do município em particular.

No final Tomás Bica garantiu que “as Brigadas de Vigilância Comunitárias no Cazenga serão um facto”, e prometeu, antes, “um trabalho profundo”, tendo lembrado que o Conselho de Vigilância Comunitário é um instrumento regido pelo Decreto Presidencial nr° 202/19 de 25 de Junho , Regulamento da Lei da Administração Local do Estado e “que não existe para substituir o trabalho da Polícia, muito menos, para tirar o seu protagonismo, mas sim, para dar suporte no trabalho de manutenção da ordem e tranquilidade pública, dentro do espírito de governação participativa e inclusiva”.