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Opinião

Tom Jobim e a melodia da época

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Foi numa palestra que o professor Manuel dos Santos Lima revelou a sua opinião sobre como se distingue a angolanidade da angolanitude, num tempo não tanto passado, mas nem tanto presente ou como no presente, onde tudo se reduz na insensibilidade afectiva da nossa contemporaneidade.

A decadência do óbvio leva-nos a esquecer memórias que já não presentes, conduzem-nos a cruel convivência que afasta os amigos dos inimigos ou os inimigos dos sem amigos. É a dialéctica de algo por vir mesmo que assim não seja, ainda nos parece como a última fotografia da nossa recordação.

Os lugares sem momentos e sem história são quase sempre um passado não reconhecido pela ignorância e ausência da nossa interpelação.

Só uma razão, que não se procura pela verdade, acaba extemporânea por um efeito da ambição e arrogante insensatez dá nossa época. O ódio virou amor sem a oportunidade de nos conhecermos; quando julgamos, são palavras que a mesma fé ancestral nos torna indiferentes com o mesmo direito do prefácio à igualdade.

Tom Jobim no abraço e na mão que estende na honestidade do valor intemporal.

Se tudo voltar, com a pretensão da voz, que se compreende na observação plural, que dura pela posteridade, o dia seguinte será sempre como o amanhã na voz de Tom Jobim e na pureza da melodia da época.

Por: Walter Ferreira

Coordenador da Plataforma Juvenil para a Cidadania

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