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Sociedade

Taxistas em Luanda alteram preço de corrida por alegada escassez de combustível

Há quase uma semana que se regista enchentes nas paragens, e subida de preço por parte de alguns taxistas, assim como o encurtamento nas viagens de quem se desloca de um lado para o outro.

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Um facto, constatado pela equipa de Reportagem do Correio da Kianda, que efectuou uma ronda pelo Município de Viana, tendo começado pelo zango, onde, por volta das 5 horas da manhã, desta segunda-feira, numa das paragens do Zango 4, constatamos uma enchente de aproximadamente 500 pessoas, que quase todos tinham como objectivo, deslocar-se ao seu local de trabalho.

E como a ocasião faz o ladrão, alguns taxistas aproveitaram-se das constantes enchentes nas paragens, para encurtar as vias e alterar o preço da viagem, como é o caso de um dos taxistas que de forma unilateral, decidiu cobrar por cada passageiro acima de 200 kwanzas, numa viagem que é normalmente cobrado a 150 kwanzas.

Questionado da tal actitude por parte de alguns passageiros, o taxista alegou escassez de combustível nos postos de abastecimentos, que em quase toda capital tem se verificado fortes enchentes.

Andamos pelos bairros e conversamos com alguns Mototaxistas vulgos Kupapatas, que muitos destes, tiveram de estacionar as suas motorizadas por falta de combustíveil, enquanto que outros, também optaram pela subida de preço por cada corrida.

O cenário da alteração de preços, também foi constatado em bairros onde a equipa do Correio da Kianda percorreu. Tanto no mercado informal, como em algumas residências onde a venda de combustível é feita de forma clandestina, os preços sofreram um aumento duas vezes do preço normal.

Se há uma semana vendia-se a 200 Kwanzas, hoje, terça-feira, o preço “disparou” quase o triplo estando a ser comercializado por 600 kz por cada litro.

Em resposta a escassez que se tem verificado, a Sonangol veio nesta Segunda-Feira a Público, através de um comunicado informar que está a resolver a situação do abastecimento de combustíveis na província de Luanda, apesar de não ter precisando o tempo para a resolução do Problema, a petrolífera avança que o mesmo deveu-se a um “ Condicionamento logístico.

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