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Tailândia diz que “vai lançar operações militares para o Camboja sempre que for necessário”

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A Tailândia vai lançar operações militares na fronteira com o Camboja sempre que necessário. As afirmações foram feitas hoje, 08, pelo primeiro-ministro, Anutin Charnvirakul, no contexto de confrontos na região, que deixaram um saldo preliminar de um soldado tailandês e de quatro civis cambojanos mortos, e de uma dezena de feridos de ambos os lados.

“Hoje, realizou-se uma reunião do Conselho de Segurança Nacional, na qual foi aprovada uma resolução que confirma que o governo irá realizar operações militares sempre que necessário, dependendo da situação, assim como qualquer outra acção considerada essencial”, disse Anutin em conferência de imprensa.

A declaração surge depois de as Forças Armadas da Tailândia terem lançado ataques aéreos contra alegados alvos militares ao longo dos cerca de 820 quilómetros da fronteira com o Camboja, o que acelerou a retirada de milhares de pessoas em ambos os lados da zona de conflito.

Embora o Camboja afirme que não disparou, apesar das numerosas provocações da Tailândia, Anutin reiterou que o seu país nunca desejou a violência nem iniciou a agressão, mas acrescentou que não tolerará violações da sua soberania e responderá com razão, cautela e paz.

O Camboja, por sua vez, acusa a Tailândia de atacar bairros e incendiar casas de civis.

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