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Economia

TAAG retoma voos para Windhoek e São Tomé em Janeiro

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A Companhia Aérea Nacional (TAAG) retoma, a partir da segunda quinzena de Janeiro próximo (2021), os voos para as cidades de São Tomé (capital de São Tomé e Príncipe) e Windhoek (Namíbia), configurando assim como o sétimo destino internacional.

Com as ligações comerciais suspensas em Março último, esta acção enquadra-se no reinício das operações internacionais, iniciadas em Setembro deste ano, com os “voos comerciais” de passageiros, para Portugal e Brasil, à luz do Decreto Presidencial nº 229/20, de 8 de Setembro.

De acordo com o director comercial adjunto da companhia, Alípio de Azevedo, em entrevista à Angop, disse que a TAAG tem reaberto e reforçado algumas ligações nacionais e internacionais, nos últimos dois meses, no quadro da retoma gradual das operações.

Disse que, numa primeira fase, São Tomé e Windhoek terão uma frequência semanal, sendo que a companhia que já voa para cinco destinos internacionais; Lisboa, Porto (Portugal), esta rota reforçada este mês de três para cinco voos semanais, Joanesburgo, cidade do Cabo (África do Sul), com três voos.

Questionado sobre a retomada da operação à cidade de Lagos (Nigéria), inaugurada a 16 de Dezembro de 2019, disse que em breve entrará em serviço.

Operação doméstica

Segundo o responsável, a nível nacional, a TAAG voa para oito destinos com as seguintes frequências semanais; Cabinda cinco voos, Catumbela, Lubango, Huambo, Lubango, Saurimo e Soyo, com dois voos, respectivamente.

Neste sentido, adiantou que este mês foram retomadas às operações para as cidades do Luena (Moxico), Moçâmedes (Namibe) e Dundo (Lunda Norte), com uma frequência semanal.

A TAAG (Linhas Aéreas de Angola) suspendeu os voos domésticos e internacionais no dia 20 de Março último, no âmbito das medidas de restrições impostas pela covid-19, tendo retomado às operações interprovinciais no dia 14 de Setembro do corrente ano.

Entretanto, conforme o DP – 229/20, esses “voos comerciais” não contemplam viagens em turismo e lazer.

Para o efeito, os passageiros não precisam de autorização, devendo cumprir com os procedimentos burocráticos e/ou administrativos afins, além de efectuarem o teste da covid-19 (72h antes da viagem).

Por Angop 

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