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Sociedade

Suposta proprietária do “Mercado do 30” denuncia tentativa de assassinato

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A disputa pelo mercado do KM 30, que opõe Cidália Baptista de Sousa Cambinda ao Governo Provincial de Luanda, trouxe à público mais uma denúncia, por parte da cidadã que alega ser proprietária do referido mercado, de tentativa de morte por pessoas até então desconhecidas, na semana finda.

Numa carta enviada a este jornal, explica que, no dia 9 do corrente mês, à semelhança de outras vezes, a mesma terá escapado a mais uma tentativa de assassinato, quando no momento da abordagem por parte dos meliantes, por volta das 18h40, ao volante de uma das suas viaturas, e sem se fazer acompanhar de um dos seus seguranças, terá sido alvo de quatro disparos efectuados pelos meliantes que, felizmente, acabaram por atingir apenas os vidros  laterais opostos ao da motorista.

Disparos atingiram janela do carro

Após os disparos, lê-se na carta de denúncia enviada a este jornal, os meliantes que se faziam acompanhar de uma motorizada meteram-se em fuga, mas a referida empresária e suposta dona legítima do mercado do KM 30, segundo avança, suspeita terem sido enviados por pessoas que estão por trás da usurpação do mercado, que a mesma alega ser proprietária.

“Trata-se de uma acção criminosa”, segundo lê-se no documento, que tem sido recorrente nos últimos dias, desde que se deu início ao litígio entre a alegada proprietária e a administração de Viana, que já terá culminado com a morte de um dos seus seguranças, por pessoas até agora desconhecidas.

Cidália Baptista revelou ser a proprietária do espaço, construído em 2006, em Viana, mas “foi forçada a abandoná-lo pela administração de Viana por razões que diz desconhecer.

Segundo conta, o actual mercado surgiu após o antigo [da Estalagem], do qual também foi proprietária, ter sido encerrado em 2004 sob ordens expressas do GPL, por se situar num local que dificultava o tráfego rodoviário e provocava vários acidentes, na via Luanda-Viana.

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