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Economia

Sonangol garante reposição, mas ainda falta combustível

Em alguns postos de abastecimento não há gasolina, mas há gasóleo. Noutros não há nada. Onde há gasolina registam-se longas filas, isso apesar de a Sonangol garantir, em comunicado, estar já a trabalhar no abastecimento normal aos postos de Luanda

Redação

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- Bombas da Sonangol Ampe Rogerio RA 620x414 - Sonangol garante reposição, mas ainda falta combustível

O problema deu-se no final de semana, quando muitos automobilistas se deslocaram às bombas de combustível e não havia gasolina. Até ontem, Terça-feira, 19, o cenário ainda não era dos melhores. Na Urbanização Nova Vida, os postos da Pumangol próxima do Xyami e o que fica nas proximidades da conhecida rotunda da Fubu não tinham gasolina, mas apenas gasóleo. Também no Nova Vida, a Sonangalp tinha igualmente os seus tanques vazios de gasolina. Os cones no chão sinalizavam a ausência de combustíveis. Melhor “sorte” tiveram os gestores da bomba que fica no sentido Talatona – Camama (Fubu), pois era a única nas redondezas que vendia gasolina, razão pela qual registava longas filas de viaturas e de pessoas com recipientes para serem abastecidas.

“Já não é a primeira vez que isso acontece em Luanda. Não sei como vamos trabalhar nestas condições, numa cidade cujos transportes públicos não funcionam como devia ser”, desabafou o automobilista João Fernandes. No posto da Sonangol da Fubu encontrámos Norberto Manuel. Para ele, “este é um problema que pode ser evitado com mais organização por parte da instituição que trata do abastecimento aos postos”. O mesmo cenário verificámos ao longo da avenida 21 de Janeiro, onde o posto localizado perto da Estação da Macon estava sem combustível por razões desconhecidas de muitos automobilistas e até mesmo dos funcionários destes postos.

Sonangol fala em reposição

Em comunicado, “a Sonangol Logística torna público que um condicionamento logístico esteve na base do desencadeamento de uma maior procura de combustível, mais concretamente de gasolina, em Luanda. A referida ocorrência conduziu à “necessidade de se reestruturar alguns processos relativos às quantidades de combustível necessárias aos diferentes consumidores, intermédios e finais”, avança a petrolífera estatal, adiantando ainda que os reabastecimentos já estão em curso, assim como as reposições posteriores. O documento sublinha que, “normalmente, a seguir a qualquer alteração no curso regular de distribuição de combustível, o mercado leva alguns dias a voltar à normalidade”.

 

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