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Politica

Solução dos problemas da capital não passa pela divisão de Luanda, basta olhar para o Bengo – analista

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A proposta de dividir Luanda em duas províncias, conforme avançada na semana finda na cidade do Cuito pelo ministro da Administração do Território (MAT), Dionísio da Fonseca, no final da cerimónia oficial de abertura das II Jornadas Parlamentares do MPLA, que decorreu na província do Bié, continua a fazer eco no seio da sociedade.

Analistas, divergem quanto a sua eficácia na resolução dos problemas da população, sustentando que a medida mais viável e assertiva, devem ser as autarquias como prioridade, por proporcionar entre outros, o desenvolvimento e a descentralização do poder local.

Para o politólogo e analista do Correio da Kianda, Agostinho Sicato, acreditar na medida de dividir Luanda em duas províncias como solução de resolver problemas da população, basta olhar, dá como exemplo, a província do Bengo, “que  há 30 anos foi desassociado de Luanda e não tem sinais de desenvolvimento” referiu, afirmações, contrariado pelo  docente universitário e analista político Deoadato Francisco, que aponta o ensaio de todos os mecanismos,  como solução de desafogar os serviços públicos na capital do país.

Por sua vez, Eurico Gonçalves,  é de opinião que a Nova Divisão Político Administrativa é viável, e constitui prioridade sem, entretanto descartar as autarquias.

De lembrar, que a proposta da divisão de Luanda em duas províncias é do Bureau Político do MPLA, que recomendou ao seu Grupo Parlamentar para propor à Assembleia Nacional, à luz das discussões sobre o Reordenamento Político-Administrativo do país.

Segundo o ministro da Administração do Território  Dionísio da Fonseca, que falava no final da cerimónia oficial de abertura das II Jornadas Parlamentares do MPLA, que decorreu na província do Bié,  essa,  é apenas uma proposta, que deverá ser agora discutida com a sociedade e no Parlamento, dependendo do calendário de discussão na especialidade da Assembleia Nacional.