Connect with us

Sociedade

SINPROF discute sindicalismo e educação de qualidade em conferência nacional

Published

on

O Sindicato Nacional de Professores (SINPROF) realiza, nos próximos dias 12 e 13 do corrente mês, em Luanda, a primeira Conferencia Nacional sobre Sindicalismo e Educação de Qualidade para Desenvolvimento Sustentável, onde serão discutidos assuntos ligados às políticas públicas na educação, o impacto do investimento no sector da educação para a sua qualidade, entre outros temas.

A actividade, que contará com a presença da ministra da Educação, Luísa Grilo, é realizada em celebração dos 25 anos de existência em Angola do Sindicato Nacional de Professores.

A conferência a ser realizada em em formato presencial e virtual, através da página do Facebook no SINPROF, estará dividido em tres mesas redondas. Na primeira, a ministra da Educação, Luísa Grilo, vai abordar o tema ‘Políticas e investimento na educação face a Covid-19, avanços e recuos quanto as medidas de biossegurança’, com outros professores, mestre em educação, bem como com politótolos.

Em cima da mesa estarão, para as outras duas mesas redondas, debates sobre ‘Políticas públicas na Educação, o seu alcance para uma Educação de qualidade e desenvolvimento sustentável do país’, ‘Investimento na Educação e a qualidade da despesa: seu impacto para o alcance da Educação de qualidade’.

A actividade de docência também vai merecer uma discussão com o tema ‘Ser e Estar professor: reflexão sobre o ofício do professor em Angola’, para um painel que prevê ainda abordar temas como ‘A Educação enquanto Direito Humano, desafios para qualidade, equidade e sustentabilidade’ e ‘Educação de qualidade e sustentável: temos que começar hoje, pensando na Angola do Amanhã’.

O Secretário-Geral do SINPROF, Admar Jinguma, considera 25 anos daquela organização, marcados de ganhos e desafios. Entre os desafios aquele líder sindical apontou a continuamos advocacia “por uma educação pública de qualidade para todos, a melhoria de condições de trabalho do professor e de aprendizagem dos alunos, a valorização do professor e a melhoria do salário”.

Em termos de ganhos citou a aprovação de dois estatutos da carreira docente. “O primeiro, o estatuto da carreira dos professores primários, secundários, técnicos pedagógicos e especialistas da Administração da Educação. Esta revoga o decreto 11J/96 de 12 de Julho. Conquistou-se o actual estatuto decreto 160/18 de 3 de Julho, a remuneração dos titulares dos cargos de direcção e chefia e muito recentemente foi assinado um memorando de entendimento com o Ministério da Educação, que visa promover mais de 181 mil professores que tiveram as suas categorias congeladas a mais de 10 anos”, congratulou-se.