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Sindicato dos Médicos considera positiva comparticipação nos hospitais públicos

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O Sindicato Nacional dos Médicos de Angola considera que a possível introdução de taxas nos hospitais públicos pelo Governo vai ao encontro do que é expectável no actual contexto do sector da saúde, defendendo que os valores cobrados podem ajudar na aquisição de medicamentos e na melhoria dos serviços.

Segundo o médico Adriano Manuel, a cobrança de taxas pode contribuir para reforçar os recursos das unidades sanitárias, desde que os valores arrecadados sejam aplicados na compra de fármacos e materiais hospitalares, num sistema que beneficie directamente os pacientes.

O especialista que falava em exclusivo ao Correio da Kianda, alerta, no entanto, que a medida deve ser aplicada com rigor e sem privilégios, defendendo que o pagamento deve ser obrigatório para todos os cidadãos, incluindo titulares de cargos públicos e governantes, para garantir justiça e transparência no funcionamento do sistema.

Referir que esta reacção do Sindicato dos Médicos surge na sequência de informações que dão conta que o acesso aos serviços de saúde em Angola poderá conhecer mudanças significativas nos próximos tempos, com o Governo a estudar a introdução de um sistema de coparticipação financeira nos hospitais públicos.

A medida enquadra-se numa reforma legislativa em curso, que visa garantir a sustentabilidade das unidades hospitalares, sobretudo as de maior complexidade

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