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Sindicato dos Jornalistas defende salário mínimo de 200 mil kwanzas na Rádio Ecclésia

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O Secretário Geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos garantiu que depois da RNA e TPA “órgãos públicos”, agora está a procurar negociar com os promotores dos órgãos privados para a implementação do qualificador ocupacional, com vista a melhorar o salário dos profissionais nos órgãos privados, bem como as condições laborais.

Pedro Miguel, deu exemplo da emissora Católica de Angola onde o sindicato defende um salário mínimo de duzentos mil kwanzas por ter um maior número de jornalistas inscritos no SJA.

“Este valor será abrangente a todos órgãos de comunicação social privados”, referiu.

O sindicalista revelou, por outro lado, que já decorrem também negociações com a entidade empregadora da Rádio Morena, que poderá registar nos próximos tempos um movimento grevista.

“A nossa reivindicação vai no mesmo sentido para garantir melhores salários e o bem estar das famílias dos nossos filiados”, frisou.

Pedro Miguel, disse que “é necessário que todos os órgãos tenham núcleos sindicais para que o Sindicato dos Jornalistas tenha legitimidade de defender os profissionais”, rematou.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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