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Sociedade

SIC descarta existência de raptos em Luanda

António Sacuvaia

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Em conferência de imprensa realizada nesta terça-feira, 26, na sua sede nacional, situada em Cacuaco, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) descartou a existência de tráfico de órgãos e seres humanos no país, considerando como sendo um falso alarme, o que circula pelas redes sociais.

O SIC diz não ter fundamento os áudios que circulam pelas redes sociais dando conta de supostos tráfico de órgãos humanos, uma vez que, argumenta o SIC, não existir no país, banco para conservação dos supostos órgãos.

Ainda de acordo com o Director Nacional dos Crimes Organizados, comissário Pedro Lufungula, o SIC apurou os dois vídeos que circularam nas redes sociais, e, segundo o comissário, o primeiro trata-se de um crime de roubo e os prevaricadores se encontram detidos e o último vídeo retrata factos que ocorreram há treze anos na república do Tchad.

Em relação às imagens, o comissário avançou que “vários casos de pessoas desaparecidas ocorreram anos anteriores e já foram esclarecidos, sendo que as pessoas expostas encontram-se no seio familiar e, nestas imagens, duas delas não ocorreram em Angola”.

Durante a conferência de imprensa, foram ainda apresentados os supostos elementos envolvidos no crime de assalto e furtos na zona do Patriota, com recurso a arma de fogo. Dos sete elementos, o SIC deteve dois, estando em curso diligências para a captura de outros que se encontram foragidos.

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