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Sociedade

Seca: Cruz Vermelha de Angola inicia distribuição de bens alimentares ao sul do país

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A Cruz Vermelha de Angola anunciou nesta sexta-feira em Luanda, o início de uma operação humanitária, atravês da qual pretendem assistir 500 famílias com bens alimentares durante três meses e mitigar a crise de fome que as províncias do sul enfrentam, em função da seca que fustiga aquela região do país.

A acção humanitária de apoio às acções sociais do governo para o combate ao problema da fome do sul de Angola é realizada em cooperação com a Cruz Vermelha Internacional e da Crescente Vermelha Internacional.

O Presidente da Cruz Vermelha de Angola, Alfredo Elavoco Pinto, revelou que aquelas organizações humanitárias já têm todas as condições criadas para o arranque do processo que vai abranger as províncias do Cunene, Huíla e Namíbe.

Para a operação, estão no país técnicos da Cruz Vermelha Internacional e da Crescente Vermelha, chefiados pela Chefe do Escritório regional da Cruz Vermelha Internacional para Angola e  Moçambicana e pelo chefe das operações de emergências da Crescente Vermelha, Armando Júlio Manuel, além de da auditora zambiana e de uma nutricionista dinamarquesa.

“Nós temos já tudo terminado, falta só fazer o trabalho de campo e distribuir os alimentos aos mais necessitados”, disse o Presidente, detalhando que serão 50 quilos para cada uma das 50 famílias em três meses.

Entretanto, aquele dirigente humanitário garante que esta é apenas a primeira fase do processo de apoio às vítimas da seca do sul do país, pois a segunda fase da Mega Operação será de projectos de Educação para a Súde e de resiliência atravês do qual anseiam “devolver a qualidade de vida aos cidadãos naquela parcela do território nacional”.

Alfredo Elavoco Pinto disse ainda que o projecto de resiliência vai proporcionar elementos “capazes de auto-sustentabilidade comunitária nas regiões afectadas pela seca, com a distribuição de instrumentos de trabalho e a formação sobre saúde pública, e sobre todas as questões que visam devolver a qualidade de vida aos cidadãos na comunidade”.

A informação surge quase dois meses depois daquela organização humanitária ter reclamado à comunicação social a falta de verbas por cerca de dois anos, o que a impedia de pagar salários aos funcionários e de  realizar acções de filantropia.

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