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Politica

“Se Chivukuvuku fosse paciente, hoje seria presidente da UNITA”, afirma deputado do MPLA

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No debate realizado nesta terça-feira, 8, na rádio MFM, onde o tema em abordagem foi o chumbo definitivo do Tribunal Constitucional ao PRA-JA Servir Angola, o militante e deputado do MPLA, Vunda Salukombo, considerou Abel Chivukuvuku como sendo, apesar da aceitação e carisma que nutre da população, um “político impaciente”.

“Abel Chivukuvuku, na minha opinião, se tivesse paciência, seria o presidente da UNITA, neste momento. Minha opinião, Chivukuvuku não tem paciência”, afirmou, o deputado do MPLA.

Salukombo desvalorizou ainda as vozes que apontam o MPLA como sendo o partido com a “mão invisível”, que supostamente esteve por trás do derrocamento da coligação na qual o actual coordenador da Comissão Instaladora do PRA-JA Servir Angola, participou na sua criação.

“Abel Chivukuvuku saiu da UNITA e criou a Casa-CE, uma coligação de partidos. No entanto, o desmoronamento da Casa-CE, não tem nada a ver com o MPLA”, descartou!

No entender do político e deputado do MPLA, com a sua saída turbulenta da Casa-CE, depois de ter deixado a UNITA e agora criar o projecto PRA-JA, este último, que acabou por definitivamente ser chumbado pelo Tribunal Constitucional, Abel Chivukuvuku perdeu o apoio de muitos jovens, que hoje são cidadãos com idade eleitorais.

“Tenho a convicção que quem cresceu mais nestes anos todos foi o nosso eleitorado. O eleitorado ganhou maturidade acima dos partidos. E os jovens já não estão preocupados em seguir pessoas. Os jovens seguem projectos e o Abel Chivukuvuku falhou ali”, disse.

De recordar que nesta terça-feira, em conferência de imprensa, a comissão instaladora do PRA-JA Servir Angola, prometeu “não acatar” o novo chumbo do Tribunal Constitucional (TC), que rejeitou em definitivo a sua legalização, considerando a recente decisão daquela instância, como sendo “política”.

Por sua vez, Abel Chivukuvuku, coordenador da Comissão Instaladora do PRA-JA, para além de atirar-se contra a decisão do Tribunal Constitucional, que negou a legalização do seu projecto político, o líder do PRA-JA convocou um protesto para 19 de Dezembro do corrente ano, num anúncio feito na última quarta-feira em conferência de imprensa.

Por: Dumbo António