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Ruandês condenado a prisão perpétua por envolvimento no genocídio de 1994

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Um tribunal sueco condenou um homem ruandês de 49 anos de idade a prisão perpétua por ter colaborado no genocídio em Ruanda, que resultou na mortes de milhares de pessoas em 1994.

De acordo com o Washington Post, Theodore Tabaro foi considerado culpado de homicídio, tentativa de homicídio e rapto de grupo étnico tutsi, com a “intenção de destruir uma parte ou toda a comunidade tutsi”.

Tabaro, que tem nacionalidade sueca, teve um papel importante no genocídio, embora a nível local, e foi “tão central e ativo que é considerado um perpetrador”.

A pena de prisão perpétua é a pena mais pesada do sistema judicial sueco, perfazendo normalmente 18 anos de prisão.

Recorde-se que o genocídio de 1994, no Ruanda, culminou com a morte de mais de 800 mil tutsis e hútus moderados, em apenas três meses, às mãos de hútus radicais. Os tutsis, um grupo étnico minoritário no Ruanda, sempre foram marginalizados pela maioria hútu.

O conflito escalou em 1994 com a morte de Juvenal Habyarimana, presidente do Ruanda na altura, porque o governo ruandês acusou os rebeldes tutsis da Frente Patriótica Ruandesa (RPF) do assassínio.

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