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Sociedade

Responsaveis da Empresa que comercializava Feijão e Arroz expirado detidos pelo SIC

Reportagem de António Sacuvaia

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No âmbito do seu trabalho de investigação, o SIC apresentou nesta quarta-feira 31, dois cidadãos pertencentes a empresa ANGO-ZARA, de terem cometido o crime de alteração de géneros destinados ao consumo público.., ou seja os mesmos dedicavam-se a alteração de datas de produtos com prazos já vencidos, para poderem comercializar.

Num dos armazéns, localizados no KM 27, em viana, onde o SIC deteve os dois suspeitos um de nacionalidade Angolana, e outro Indiano, foram encontrados materiais de alteração que usavam para adulterar em produtos alimentares já expirados, como feijão, arroz, entre outros.

Em entrevista ao Correio da Kianda, um dos suspeitos de nacionalidade Indiana de nome Shobir Alam, detido pelo SIC, afirmou fazer parte da empresa, mas nega as acusações que pesam sobre si, alegando estar em Luanda a poucos dias , já que o mesmo, segundo conta, diz trabalhar na provincia do Zaire, mais concretamente no município do Soyo, e que ficou surpreendido após ser abordado pelos agentes do SIC.

“A polícia me encontrou no armazém, mas eu estou a trabalhar na província, neste momento eu vim aqui para viajem porque o meu visto de trabalho expira no dia vinte, mas a polícia quando chegou nos encontrou, e nós como somos visitas, nos pediram passaporte, depois eles pediram que mostrassemos todo armazém, e mostramos todo armazém e depois eles encontraram os produtos expirados, feijão e arroz…, eu trabalho na provincia e quando me mandam produtos para vender eu vendo, eu sou apenas um trabalhador. Disse!

Já um outro cidadão de nacionalidade Angolana de nome Eduardo Paulino, funcionário da empresa acima referida, arrolado no mesmo caso, afirmou ao Correio da Kianda que os produtos apreendidos pelo SIC estavam sim deteriorados, mas que não eram para serem comercializados.

“O arroz expirou em janeiro deste ano, estamos a fazer a devolução do produto ao senhor que nos vendeu, ja levaram uma parte, estava a faltar outra parte.., nós não comercializavamos fora do prazo, por isso é que estavamos a devolver o produto.., fomos detidos por causa do feijão, e depois encontraram aparelhos ali que têm usado, e eu estou lá como funcionário a dois meses, e eu só me apercebi destes equipamentos ontem, quando estavam a carregar no carro.., eu não sabia se elez faziam ou não alteração porque aquilo é grande e eu trabalho noutra área, trabalho como supervisor de stock”. Concluiu!

O correio da kianda contactou o administrador da empresa Ango-zara, que prometeu falar nos próximos momentos, já que tinha acabado de chegar a Luanda proveniete do Soyo.

Antes, do fecho desta matéria, o Correio soube, que dos dois suspeitos já detidos, estavam nesta quinta-feira a serem julgados pelo Tribunal Municipal de Viana.

Em actualização.

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