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Representantes juvenis denunciam favoritismo político no acesso a oportunidades

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Representantes de organizações juvenis voltaram a levantar críticas contra o MPLA, esta segunda-feira, 6, alegando práticas de exclusão em relação a jovens que não possuem filiação partidária. As declarações foram prestadas à Rádio Correio da Kianda.

Carlos Cassoma, da JFNLA, afirmou que “muitas vezes, a meritocracia e a competência são substituídas pelo cartão de militante”, acusando o partido no poder de privilegiar filiados em detrimento de jovens qualificados. Rui Mangovo, do PRA-JA Servir Angola, acrescentou que algumas políticas voltadas para a juventude têm sido questionáveis e marcadas por exclusão, não reflectindo os princípios de reconciliação nacional e coesão social.

Em resposta, Gerson Vilar, representante da JMPLA, desvalorizou as acusações e assegurou que o governo sustetado pelo partido tem trabalhado de forma inclusiva. “As políticas públicas para os jovens são desenvolvidas sem qualquer discriminação de cores partidárias. Programas como o Plano Nacional de Empreendedorismo Juvenil e o Fundo de Apoio a Projectos da Juventude contemplam inscrições abertas a todos, independentemente da filiação partidária”, afirmou.

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