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Economia

Ração animal pode deixar de ser importada nos próximos tempos

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A produção de ração para além de constituir um dos pilares para o desenvolvimento do sector animal, impulsiona, e reflete em outros sectores da economia, caracterizando-se como um importante elo dentro da agroindústria.

Em Angola, a par do relançamento da produção da carne, já há um avanço considerável do sector agrícola, permitindo assim uma combinação alimentar humana sustentável.

Na Quibala, província do Cuanza-sul, a ração animal ja está a ser produzida em grandes quantidades, pelo PROJECTO TERRA DO FUTURO, à única unidade de produção de ração tilápia no País.

Com uma capacidade para produzir cerca de 240 toneladas de rações diversas para o crescimento da tilápia (peixe cacusso), aquela indústria, quer duplicar a sua produção nos próximos meses para atender a demanda por parte do mercado e reduzir a importação.

A empresa produz actualmente rações para as diferentes fases de crescimento da tilápia, desde alevinos (peixes recém saídos do ovo) até à fase adulta.

Apesar da existência de um mercado para a ração no país, alimentado por empresários que buscam maioritariamente o produto no exterior em detrimento do produzido localmente, os responsáveis do Projecto terra do Futuro, garantem estarem prontos para atender a demanda no mercado, e reduzir a importação.

um dos responsáveis do projecto Terra do Futuro apontou ainda, entre outros constrangimentos, a falta de produtividade agrícola, por não existirem créditos para campanhas de fazendeiros ou fazendas de porte superior a cinquenta hectares.

O projecto “Terra do Futuro” foi erguido no quadro das acções do Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) 2013/2017, que visa, entre outros, contribuir para o fortalecimento do sector piscícola e para a independência alimentar do país.

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