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Quanto mais usamos o Facebook pior nos sentimos, diz um estudo

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O que mais contribui para a diminuição da felicidade é o momento em que as pessoas gostam das publicações feitas pelos ‘amigos’ no Facebook.

Quanto mais usamos o Facebook, pior nos sentimos. Esta é a conclusão de um estudo publicado pela Oxford University Press e que mostra quais poderão ser os efeitos do uso contínuo desta rede social. Os autores, Holly Shakya e Nicholas Christakis, decidiram escrever esta semana uma publicação na Harvard Business Review para dar mais detalhes sobre este documento.

Os dois especialistas consideram que fazer um gosto, uma publicação ou clicar nas páginas pode levar a comparações negativas e as pessoas a sentirem-se pior com elas próprias. Os contactos com pessoas no mundo real, pelo contrário, contribuem para o bem-estar.

A dupla defende que quando as pessoas gostam das publicações feitas pelos ‘amigos’ no Facebook esta é a situação que mais contribui para a diminuição da felicidade. Passar grande parte do tempo a interagir com os outros nesta rede social também tem efeitos negativos, segundo os autores. Não foi possível determinar, no entanto, quão profunda é esta diminuição do bem-estar. “Verificámos constantemente que tanto gostar das publicações dos outros como clicar em links de forma significativa antecipa, por consequência, uma redução na própria saúde física e mental e também menos satisfação com a vida”, detalham Holly Shakya e Nicholas Christakis.

A diminuição do bem-estar também depende do tempo passado no Facebook e não tanto da qualidade da utilização, uma conclusão que contraria estudos anteriores relativamente aos utilizadores desta rede social. O estudo baseia-se na recolha de dados, durante dois anos, por 5208 utilizadores do Facebook dos Estados Unidos e que mediram as mudanças na saúde mental e física além de alterações no índice de massa corporal conforme o tempo de utilização do Facebook. Os autores compararam também o comportamento destes utilizadores perante interações online e contactos feitos em actividades reais.

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