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Politica

PRS denuncia situação social “deplorável” na comuna de Kalenga

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O secretário provincial do PRS no Huambo, António Soliya Selende Lumumba, disse, recentemente, na sua digressão a comuna de Kalenga, no município da Caála, no Huambo, que a situação social naquela localidade “vai de mal a pior, por enfrentar problemas tão básicos como falta de água potável, energia eléctrica, medicamentos nos centros de saúde e vias de comunicação”.

Soliya Selende, falando à imprensa, disse que objectivo que o levou àquela localidade é fruto de grito de socorro que os habitantes lançaram às autoridades da província e as demais organizações. E o PRS, enquanto partido na oposição, “ouviu esse grito e viemos aqui para uma visita de constatação”.

De acordo com o líder dos renovadores sociais no Huambo, o que a população da comuna de Kalenga vive “é demais e deplorável, como a situação da falta de água potável, que no passado era Água para todos e hoje todos correm a procura de uma gota de água onde existir, a falta de energia eléctrica, em que os cabos se encontram quase todos caídos ao chão e a população fica sem luz, também nesta mesma localidade regista-se a falta de medicamentos dos principais centros de saúde”.

O político do PRS manifestou o seu descontentamento com a água que a população utiliza para o consumo, considerando imprópria. Soliya disse também, que “essa situação não é recente e que deveria merecer maior atenção por parte dos dirigentes locais”.

O dirigente partidário revelou que onde a população tem buscado a água para o consumo, no passado, “quatro crianças já foram mortas quando tentavam buscar o líquido precioso, e mais recente, mais duas crianças escaparam da mesma tragédia acabando por ficar gravemente feridas. Quanto à energia eléctrica, só ilumina uma parte daquela comuna e em locais onde constam fazendas de altos dirigentes do MPLA. Já quanto ao que toca a saúde, Soliya Solembe disse que a malária e as doenças diarreicas são as que se tem registado mais naquela localidade, e que tem feito mais vítimas mortais e devem merecer a mesma atenção em que autoridades sanitárias da província têm dado a situação da covid-19”.

O político denunciou também actos de intolerância politica, acusando o administrador comunnal de orientar os jovens pertencentes a JMPLA, e não só, “intimidando e rasgando as camisolas com símbolos de partidos diferentes que não sejam do MPLA”.