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Profissionais de saúde moçambicanos acusam governo de incumprimento

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Os profissionais de saúde moçambicanos, em greve desde Janeiro, acusaram hoje, 30, o Governo de não cumprir as recomendações acordadas nas negociações e ameaçaram paralisar totalmente as atividades numa nova fase da greve, que já fez 1.872 mortes.

Em conferência de imprensa o presidente da Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM), disse que a greve continua e o diálogo nada está a trazer de avanços.

O responsável sublinhou que as recomendações acordadas com o Governo não foram cumpridas e a situação nacional do Sistema Nacional de Saúde está catastrófica.

Segundo Anselmo Muchave, actualmente, pacientes estão a morrer nas unidades de saúde nacionais por falta de oxigénio, medicamentos e equipamentos básicos, e outros perdem membros por infecções causadas por falta de material médico esterilizado.

 

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