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Professores exigem salário mínimo de 400 mil Kz e ameaçam greve

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O Sindicato dos Professores e Trabalhadores do Ensino Não Universitário (SIMPTENU) voltou a colocar em destaque a situação financeira dos docentes angolanos, defendendo um salário mínimo de 400 mil kwanzas para professores do ensino primário e secundário.

Segundo a entidade sindical, a reivindicação surge como resposta à perda acentuada do poder de compra das famílias angolanas, agravada pelo aumento do custo de vida e da inflação, que reduziu significativamente a capacidade de sustento dos profissionais da educação.

Em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira, 9, representantes do SIMPTENU alertaram que, caso o Governo não atenda à exigência, os docentes poderão declarar greve de forma imediata, afetando aulas e actividades em todo o país.

O sindicato destaca ainda que o salário actual está abaixo do mínimo necessário para garantir condições dignas de trabalho e de vida, e que a medida busca valorizar a carreira docente, garantindo maior estabilidade e reconhecimento social aos profissionais que actuam na formação das novas gerações.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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