Sociedade
Professores exigem salário mínimo de 400 mil Kz e ameaçam greve
O Sindicato dos Professores e Trabalhadores do Ensino Não Universitário (SIMPTENU) voltou a colocar em destaque a situação financeira dos docentes angolanos, defendendo um salário mínimo de 400 mil kwanzas para professores do ensino primário e secundário.
Segundo a entidade sindical, a reivindicação surge como resposta à perda acentuada do poder de compra das famílias angolanas, agravada pelo aumento do custo de vida e da inflação, que reduziu significativamente a capacidade de sustento dos profissionais da educação.
Em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira, 9, representantes do SIMPTENU alertaram que, caso o Governo não atenda à exigência, os docentes poderão declarar greve de forma imediata, afetando aulas e actividades em todo o país.
O sindicato destaca ainda que o salário actual está abaixo do mínimo necessário para garantir condições dignas de trabalho e de vida, e que a medida busca valorizar a carreira docente, garantindo maior estabilidade e reconhecimento social aos profissionais que actuam na formação das novas gerações.
