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Problemas no PRS: Formalização de candidatura inviabilizada por candidatos

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O Partido de Renovação Social (PRS) continua a enfrentar dificuldades para indicar, sem ser por via de um congresso, o seu cabeça-de-lista às eleições de 23 de Agosto, numa altura em que faltam pouco menos de uma semana para o fim do prazo para a formalização das candidaturas junto do Tribunal Constitucional.

Na falta de um candidato indicado Por via de votos no Congresso, Eduardo Kuangana, o Presidente do Partido, está inclinado a indicar Benedito Daniel, como a figura que deverá liderar a lista de deputados, uma ideia já rejeitada por Sapalo António e João Baptista Ngandangina os dois concorrentes à substituição de Eduardo Kuangana.

Como resultado deste empecilho, os socialistas estão com grandes dificuldades organizativas, tanto para elaborar a lista de candidatos, como para obter assinaturas de eleitores em todo o País, pelo que, a hipótese do partido não conseguir candidatar-se é grande.

Nesta sexta-feira, a Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE) entregou a sua candidatura às eleições gerais de 23 de Agosto, ao Tribunal Constitucional.

A candidatura foi entregue pela mandatária da coligação, Cezinanda de Kerlan Xavier, na presença do juiz conselheiro do Tribunal Constitucional, Caetano de Sousa.

Em declarações à imprensa, após a entrega, a mandatária Cezinanda de Kerlan Xavier afirmou que a coligação apresentou mais de 18 mil assinaturas recolhidas nas 18 províncias do país.

Explicou que a demora na entrega se deveu a espera pelas decisões do Conselho Deliberativo Nacional da referida força política.

A coligação CASA-CE tem como cabeça de lista o presidente Abel  Chivukuvuku, seguido de Mendes de Carvalho  (Miau) e congrega um total de 220 candidatos a deputados à Assembleia Nacional pelos ciclos nacional e provinciais, entre titulares e suplentes.

A CASA-CE é uma coligação que congrega os partidos políticos PALMA, PADA, PNA e PNSA, PDP-ANA e Bloco Democrático.

A CASA-CE  é a quinta formação política a formalizar a candidatura no Tribunal Constitucional. Primeiro foi o MPLA, seguido da UNITA e da Aliança Patriótica Nacional (APN), FNLA.

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