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Primeira-ministra dinamarquesa responde Trump: “Groenlândia não está à venda”

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A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, reuniu esta quinta-feira com partidos com assento parlamentar para informar das medidas tomadas após os comentários do Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que ameaça anexar a Groenlândia.

“O encontro com os líderes dos partidos dá-nos a oportunidade de partilhar as medidas que o governo tomou nos últimos dias”, indicou o ministro dos Negócios Estrangeiros.

A Dinamarca não está numa “crise diplomática”, mas isso não significa que “não possa haver uma se as palavras forem transformadas em acções”, comentou o chefe da diplomacia dinamarquesa.

“Acho que temos de levar Trump muito a sério, mas não necessariamente de forma literal”, acrescentou Rasmussen.

“Não temos o desejo de intensificar uma guerra de palavras com um Presidente que vai ocupar a Sala Oval”, resumiu o ministro.

Em declarações recentes, o presidente eleito norte-americano, Donald Trump, defendeu que os EUA tomassem o controlo da Groenlândia e do canal do Panamá como áreas estratégicas e “essenciais” para o país.

“A Groenlândia não está à venda”, disse Frederiksen, acrescentando que o país “precisa permanecer calmo e atrelado aos seus princípios.”

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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