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Primeira-Dama defende maior presença feminina em cargos de liderança

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As mulheres, em Angola, continuam expostas a várias formas de discriminação no mercado de trabalho, de acordo com a Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço, que lamenta a situação.

As desigualdades de progressão na carreira, baixos baixos salários e pouca representação em cargos de liderança são os indicadores apontados por Ana Dias, durante a sua intervenção na terceira conferência internacional de liderança assertiva, realizada a 12 de Dezembro, em Luanda.

A Primeira-Dama da República revelou existir uma tendência que associa a mulher a menor dedicação ou comprimento profissional, o que considerou como resistência estrutural, sendo manifestado bloqueio desde logo no seio familiar com as divisões de tarefas onde as domésticas recaem, maioritariamente, sobre as mulheres e a prioridade para escolaridade aos homens.

Ana Dias Lourenço disse ainda que apesar disso, a liderança feminina em Angola tem dado espaço a mulheres, tanto na política e instituições públicas, e para melhores resultados, apela a promoção da igualdade do género desde a infância, com diálogo no seio familiar.

Defende ainda a necessidade de mais mulheres em posições de cargos de liderança e chefia por mérito. Ana Dias Lourenço apontou que Angola

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