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“Presidente sai entristecido do MPLA” afirma João Paulo N´ganga

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Na moção do líder, em Agosto, no congresso do partido (MPLA), já era para incluir os jovens e, nós percebemos que a velha guarda continua e o presidente não conseguiu reformar o seu próprio partido, basta ver hoje, a lista dos candidatos do MPLA á deputados. Portanto, tudo leva a crer que o presidente José Eduardo Santos sai entristecido afirmou João Paulo N’ganga, sociólogo e analista político durante o debate transmitido na Tv Zimbo.

N´ganga acrescentou que “temos uma janela de oportunidade com a saída do Presidente da República. É importante que o novo Presidente tem de lutar para ganhar empatia com as massas, certamente, está associação entre Presidente da República e Presidente do partido é arcaico. No MPLA neste momento há um clima de orfandade”.

Por seu turno,o seu companheiro de painel, politólogo Gildo Matias, advogou que José Eduardo dos Santos é uma pessoa refinada. Porque, acredita na palavra dada e na palavra honrada.

Ainda acrescenta Matias que, existe duas tónicas sobre narrativa do discurso político da oposição, primeiro: É excessivamente centralizada numa pessoa, que era o presidente José Eduardo dos Santos. Segundo: é o discurso da inacção, isto é, deixar as pessoas pelos erros que os mesmos vão cometendo e não terem discursos de vitória.

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Radio Correio Kianda

Sociedade4 minutos atrás

Corrupção e má conduta podem levar 127 polícias à expulsão Um total de 127 efectivos da Polícia Nacional está na iminência de ser expulso da corporação por envolvimento em diversas infracções disciplinares, entre as quais corrupção, burlas, má conduta e realização de escoltas ilegais. A informação foi divulgada pela própria Polícia Nacional, que indica que os processos disciplinares decorrem a nível nacional e podem resultar na expulsão dos agentes envolvidos. Entre as infracções apontadas estão homicídio voluntário e frustrado, negociação de empregos públicos, violação dos deveres funcionais e recepção indevida de dinheiro, além de outras condutas consideradas incompatíveis com o exercício da função policial. A medida surge depois de 59 efectivos terem sido já expulsos da corporação, igualmente por práticas de corrupção, burlas, má conduta e realização de escoltas ilegais. Em reacção à medida, o sociólogo Agostinho Paulo considera que a actuação das estruturas superiores da Polícia Nacional pode funcionar como um mecanismo de prevenção e de dissuasão para os restantes efectivos. Para o especialista, a responsabilização dos agentes envolvidos em práticas ilícitas pode contribuir para reforçar a disciplina e chamar a atenção dos demais membros da corporação para a necessidade de respeitarem as normas e os deveres inerentes à função policial. No entanto, Agostinho Paulo alerta para um possível efeito negativo das expulsões: a redução do número de efectivos disponíveis para assegurar o policiamento nos comandos municipais e provinciais. O sociólogo entende que a saída de dezenas de agentes poderá criar dificuldades em determinadas unidades policiais, sobretudo nos locais onde os efectivos afastados desempenhavam funções operacionais. “Do ponto de vista institucional, este número criou baixas e esta redução poderá afectar os postos onde eles estavam”, considerou. Agostinho Paulo apela, por isso, aos demais efectivos da Polícia Nacional para que revejam o seu comportamento e cumpram rigorosamente os deveres profissionais, de modo a preservar a imagem e a credibilidade da instituição que representam. Enquanto isso, os processos contra os 127 efectivos continuam, sendo que a eventual expulsão dependerá da conclusão dos respectivos procedimentos disciplinares

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