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Reportagem

Presidente do MPLA chama de “forças retrógradas” opositores do combate à corrupção

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O presidente do MPLA reafirmou nesta segunda-feira, 18, que o país está empenhado em construir, “de facto, uma verdadeira economia de mercado, que dá primazia ao sector empresarial privado, na produção de bens e serviços, para o consumo interno e para exportação, criando, ao mesmo tempo, maior oferta de emprego para os cidadãos angolanos no geral, e em particular, para os jovens”.

João Lourenço, que discursava na abertura da 5.ª Reunião do Comité Central do MPLA, onde informou estarem em curso um conjunto de reformas políticas económicas e, ao mesmo tempo, medidas que têm como objectivo a criação de um bom ambiente de negócios, realçou no seu discurso, que “o executivo vai continuar a apostar na diversificação da economia, realizando um conjunto de reformas, combatendo a corrupção e a impunidade”, ameaças, segundo o presidente do MPLA, “consideradas como como o segundo maior desafio do país, depois da guerra”.

Reafirmou perante os seus militantes a sua determinação em combater a corrupção e chamou os opositores da sua bandeira de governação, o combate à corrupção de “retrógradas” que sem se referir ao concreto, disse que, “ao em vez de aplaudir e encorajar as instituições envolvidas nesta luta sem trégua, preferem dizer que não está a fazer nada, mesmo com os factos a mostra”.

“Este comportamento visa distorcer a realidade dos factos, enquanto ao mesmo tempo, essas pessoas, organizações ou partidos políticos fizeram uma clara aliança com aqueles que durante anos utilizaram grande escala o erário e bens públicos em benefício próprio”, disse.