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Presidente do Conselho Islâmico de Moçambique quer reconhecimento do Islão em Angola

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O presidente do Conselho Islâmico de Moçambique chegou na tarde desta terça-feira, 21, em Luanda. Sheikin Mohammad Aminuddin disse que no seu regresso a Angola espera encontrar uma comunidade islâmica crescida do ponto de vista de número e qualitativo, depois de 1983, que veio ao país pela primeira vez.

A sua visita visa criar canais de colaboração entre os muçulmanos, com maior realce, criar uma comunidade islâmica ao nível dos PALOP, “e trabalharmos juntos, com o mesmo objectivo: espalhar a bondade entre as pessoas”.

Disse, por outro lado, que a organização que se vai criar tem como objectivo limpar a imagem negativa que tem sobre o Islão, “propalada por ignorantes. Por não conhecerem a realidade, confundem a fé islâmica com promotores de conflitos”, argumentou.

Quanto ao reconhecimento do Islão em Angola, Mohammad Aminuddin disse que há uma diferença com Moçambique, porque “lá o Islão está muito desenvolvido, por isso, queremos transmitir a nossa experiência aos irmãos angolanos”.

“Em Moçambique temos rádios, escolas, universidades, clínicas. É isso que queremos partilhar com os irmãos angolanos”, disse.

Sheikin garantiu que o reconhecimento do Islão em Angola não depende somente do executivo, mas, “foi-nos garantido por uma entidade do Ministério da Justiça de Angola que o governo está disponível a reconhecer, mas, era necessário mostrar actividades na área social, como estão a fazer aqui em Moçambique”, recordou.

Durante a sua permanência em Angola, o líder do Conselho Islâmico em Moçambique (maior comunidade islâmica entre os países dos PALOP) vai procurar manter encontro com as entidades governamentais.

Constam da agenda de actividades de Sheikin visitas às infrae-struturas do Islão em Luanda, encontro com a classe empresarial, palestras entre outras.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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