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“Presença de empresas chinesas em Angola é incontornável” – PR

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No seu discurso  na abertura do “Fórum de Negócios Angola-China sobre Petróleo, Gás, Recursos Minerais e Agricultura”, este sábado, 16, em Beijing, o Presidente da República, João Lourenço, ressaltou a presença de investidores chineses em Angola.

“A presença de empresas chinesas em Angola é incontornável, como demonstra o novo aeroporto internacional de Luanda, as centralidades edificadas um pouco por todo o país, a melhoria dos sistemas rodoviário e ferroviário ou a produção e distribuição de energia eléctrica e água potável”, disse, o Chefe de Estado angolano, que efectua uma visita de três dias a China.

Destacou, igualmente, que “no domínio privado, também registamos a presença de investidores da República Popular da China em Angola um pouco por todos os sectores da economia”, entretanto, destacou que “devemos reconhecer que é ainda de pouca intensidade se considerarmos a força e dinâmica do sector empresarial chinês”.

Nesta senda, aproveitou a ocasião para convidar os empresários presentes a investirem no Corredor do Lobito:

“Estamos a construir no Lobito a maior refinaria de petróleo que terá associada uma importante indústria de petroquímica e os empresários chineses estão convidados a investir neste grande projecto como accionistas desde esta fase de construção”, convidou.

Dentre as possíveis áreas de investimento, João Lourenço disse que “gostaria de ver investidores chineses a investir na produção de bens alimentares, de cereais e grãos, de açúcar, na pecuária, nas pescas, na indústria farmacêutica de produção de medicamentos e de vacinas, na indústria de produção de baterias para o fabrico de automóveis de propulsão eléctrica, na produção de painéis fotovoltaicos para a produção de energia solar, no turismo e em outros sectores da economia que sejam do seu interesse”.

Acompanhado por uma delegação composta por cinco ministros, desde quinta-feira, 14, João Lourenço encontra-se na China para uma visita oficial de 72 horas, que teve como pontos altos os encontros com o Presidente da China, Xi Jinping, o primeiro-ministro, Li Qiang, e o presidente do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional (Parlamento), Zhao Leji.

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