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PRA-JA lamenta ataque à viatura do seu partido na província do Cuando

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O Coordenador Geral Adjunto do Partido Político PRA-JA – Servir Angola, Xavier Jaime, lamentou o ataque a  que o seu representante sofreu nesta sexta-feira, 11,  durante o percurso a província do Cuando, para a realização da conferência provincial do partido dos servidores. que acontece em todo o país.

Xavier Jaime, diz por outro lado, que é inadmissível em 23 anos de Paz,  que ainda se regista em Angola casos de intolerância Política.

E o Secretário Provincial de Luanda do Pra Já Servir Angola, Serafim Simeão, disse em conferência de imprensa que, o que  está a decorrer hoje, é o  que a nova força política está preocupada com a situação social da País.

Entretanto, os analistas da Rádio Correio da Kianda defendem que os líderes da UNITA e do PRA-JA, Adalberto Costa Júnior e Abel Epalanga Chivukuvuku,  venham a público para advertir seus militantes “milícias digitais” a pôr fim as agressões verbais contra a nova força política e o seu líder.

O  jurista David Mendes, fala dos factos, defendeu a Rádio Correio da Kianda, a responsabilização criminal de actos de intolerância, atribuindo a autoria do  ataque a viatura do PRA JÁ Servir Angola,  a militantes da UNITA.

O convidado residente do espaço de análise dos factos noticiados ao longo da última semana, diz que os angolanos não podem permitir e tolerar a imposição de terror aos cidadãos.

Por seu turno, Eurico Gonçalves, diz que as lideranças do ponto de vista político devem ser desafiantes, e  exercer autoridade, tendo em conta a responsabilidade social para silenciar os ataques públicos.

O cientista político, desafia o líder da UNITA a fazer um pronunciamento público para pôr termo ao ambiente que se vive,  e assim também ao líder do partido de “azul e branco”.

Já, o filosofo, Almeida Pinto, desafia o líder do “Galo Negro a apaziguar a situação que se vive.

Almeida Pinto, é de opinião que os ataques de militantes são fruto das orientações veladas dos seus líderes, contra Abel Chivukuvuku e o seu partido.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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